domingo, 20 de junho de 2010

VALE A PENA LER O QUE ESCREVEU PAULO FREIRE:

Escola é...



o lugar onde se faz amigos,não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos... escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, que se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados".Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se "amarrar nela"! Ora, é lógico... numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz!


PARA VOCÊ, O QUE A ESCOLA REPRESENTA?...


Alguma vez você já se perguntou da onde vem a Matemática?


Quando um grupo de pessoas se depara com um problema ou com alguma dificuldade qual é, no seu ponto de vista, a atitude que deve ser tomada? Ignorar o problema ou encontrar uma solução?

A Matemática foi sendo inventada pelo ser humano porque a vida dele foi exigindo que resolvesse certos problemas para compreender a natureza, tranformá-la e continuar se desenvolvendo. À medida que conhece melhor o mundo natural, o ser humano vai gerando ciência, tecnologia e arte.

Os números que conhecemos e costumamos usar, os cálculos escritos ou de cabeça que fazemos diariamente, as formas geométricas que podem ser observadas nos prédios, pontes ou embalagens, gráficos, tabelas, entre muitas outras coisas, são parte da criação humana. Todas elas são parte da matemática.







quarta-feira, 16 de junho de 2010





SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL
 Para escrevermos os números que utilizamos todos os dias, usamos dez símbolos – 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, e 9 – os algarismos.
No sistema de numeração decimal, 10 unidades de uma ordem formam uma unidade da ordem imediatamente superior.
Exemplo:
10 unidades = 1 dezena
10 dezenas = 1 centena
O nosso sistema de numeração é um sistema de posição, porque o valor de um algarismo depende da ordem que ocupa, ou seja, da sua posição na escrita do número.
Exemplo:
2 3 2 3
3 unidades
20 unidades
300 unidades
2000 unidades

Num número, os algarismos agrupam-se em classes.
Cada classe tem três ordens: unidades, dezenas, centenas

 Os números escrevem-se e leem-se da esquerda para a direita.
A leitura habitual e corrente de um número faz-se por classes.
Exemplo:
2 345 134 lê-se: dois milhões, trezentos e quarenta e cinco
milhares e cento e trinta e quatro unidades.

Números consecutivos – números em que um deles é sucessor do outro.

Exemplo: 3 e 4 ; 99 e 100

Nota: o zero não tem antecessor (antecessor de um número obtém-se subtraindo-lhe uma unidade).


 Num número decimal, há uma parte inteira e uma parte decimal que são separadas por uma vírgula.

Para se ler um número decimal, lê-se primeiro a parte inteira e depois a parte decimal. Na parte decimal há décimas, centésimas, milésimas, décimas milésimas, …
Exemplo:
290,01 lê-se: duzentas e noventa unidades e uma centésima.

 Para comparar e ordenar números utilizam-se os símbolos:
> (é maior que)
< (é menor que)
= (é o mesmo que)
Para comparar números decimais, terás de:  Comparar a parte inteira;  Se as partes inteiras são idênticas, comparar as décimas, depois as centésimas e assim sucessivamente.  Também podes igualar o número de casas decimais (acrescentando os zeros que forem necessários) e comparar a parte decimal. CONJUNTOS NUMÉRICOS Um conjunto pode ser representado em extensão e em compreensão.
Um conjunto está representado em extensão quando estão escritos entre chavetas todos os seus elementos separados por vírgulas. Exemplo: { 0, 2, 4, 6} ä Um conjunto está representado em compreensão quando está escrita entre chavetas uma propriedade característica dos seus elementos. Exemplo: { números pares menores que 8 } 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 … Estes números são números naturais; formam o conjunto dos números naturais que se designa por N. N = {números naturais} = {1, 2, 3, 4, 5, 6 …} 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 … O zero juntou-se à sequência dos números naturais; a esta nova sequência chamamos sequência dos números inteiros; formam o conjunto dos números inteiros que se designa por N0. N0 = {números inteiros} = { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 …} ä Os conjuntos podem ser: Finitos se é possível indicar o número de elementos desse conjunto. Infinitos se não é possível indicar o número de elementos desse conjunto. Singulares se apenas são constituídos por um único elemento. Vazios se não têm elementos

POLÍGONOS

Número de ladosPolígono
1não existe
2não existe
3triângulo
4quadrilátero
5pentágono
6hexágono
7heptágono
8octógono
9eneágono
10decágono
11undecágono
12dodecágono
13tridecágono
14tetradecágono
15pentadecágono
16hexadecágono
17heptadecágono
18octodecágono
19eneadecágono
20icoságono
25pentacoságono
30triacontágono
40tetracontágono
50pentacontágono
60hexacontágono
70heptacontágono
80octacontágono
90eneacontágono
100hectágono
1000quilógono
1.000.000megágono
109gigágono
10100googólgono

Vídeos sobre poliedros

       SÓLIDOS DE PLATÃO


Ao que se sabe o primeiro contato de Platão com os sólidos, poliedros regulares, terá sido provocado por Arquitas, em Itália. Para Platão, o Universo era formado por um corpo e uma alma ou inteligência.
Platão concebia o mundo como sendo constituído por quatro elementos básicos: a Terra, o Fogo, o Ar e a Água, e estabelecia uma associação mística entre estes e os sólidos. Na matéria havia porções limitadas por triângulos ou quadrados, formando-se elementos que diferem entre si pela natureza da forma das suas superfícies periféricas. Se forem quadradas temos o cubo, ao qual Platão fazia corresponder a Terra. No caso de serem triângulos, formando um tetraedro, associa-se ao Fogo, cuja natureza penetrante está simbolizada na agudeza dos seus vértices. O octaedro foi associado ao Ar e o icosaedro à Água. O quinto sólido, o dodecaedro, foi considerado por Platão como o símbolo do Universo.
Embora designados como sólidos platónicos (apesar de alguns autores os designarem por Corpos Cósmicos), Proclus atribui a construção destes poliedros a Pitágoras, supondo-se que é também a este que se deve o teorema: "Há somente cinco poliedros regulares".

TETRAEDRO
Este poliedro é formado por quatro triângulos equiláteros. E em cada um dos vértices encontra-se o mesmo número de lados (arestas). O prefixo tetra deriva do grego e significa quatro (quatro faces).

HEXAEDRO
O cubo é o único poliedro regular com faces quadrangulares. Cada vértice une três quadrados. O cubo tem 6 faces, pelo que também se pode chamar de hexaedro (hesa significa seis em grego).

OCTAEDRO
As faces deste poliedro são também triângulos equiláteros, mas em cada vértice reúnem-se quatro triângulos. Assim, o total das faces é oito, pelo que o poliedro se chama octaedro (octa significa oito em grego).

DODECAEDRO
O dodecaedro é o único poliedro regular cujas faces são pentágonos regulares. Em cada vértice encontram-se três pentágonos. Assim, este poliedro é formado por doze faces e daí ter o nome de dodecaedro (dodeca significa doze em grego).

ICOSAEDRO
Neste poliedro são cinco os triângulos equiláteros que se encontram em cada vértice, perfazendo vinte faces. Por isso, o poliedro se chama icosaedro (icosa significa 20 em grego).


Os poliedros regulares (os sólidos anteriores) verificam a relação de Euler:

N.º faces + N.º vértices = N.º arestas + 2.

                                    F + V = A + 2

Fonte: